Boletim de autoria do Prof. Vivaldo José Breternitz e 2 leituras recomendadas.
A nova agenda de pesquisa da UNESCO propõe investigar como a Inteligência Artificial pode promover a equidade e a inclusão na educação. Embora a IA ofereça oportunidades de personalização e acessibilidade, ela também pode perpetuar desigualdades relacionadas ao viés algorítmico, ao acesso desigual e à baixa alfabetização digital. A pesquisa concentra-se em três dimensões — acesso, alfabetização e conteúdo/serviços — para orientar políticas e práticas que assegurem o uso ético, inclusivo e equitativo da IA nos sistemas educacionais.
Versão em português elaborada com autorização do autor
Fabio Nascimbeni trabalha como Human Capital Development Expert na European Training Foundation, é “Senior Fellow” da Rede de eLearning e de Educação a Distância Europeia (EDEN). É membro colaborador do CEST da Universidade de Sao Paulo e do Centro Nexa da Politécnica de Torino. E’ ativo no campo da inovação na aprendizagem e TCI para aprendizagem desde 1998, planejando e coordenando mais que 40 projetos de pesquisa e inovação e promovendo a colaboração Europeia e internacional em diferentes áreas, da educação básica à educação superior, à educação continuada, à pesquisa em TCI. Ele tem trabalhado na Europa, na América Latina, Caribe, Sul do Mediterrâneo e Sudeste da Ásia. Seus interesses de pesquisa são educação aberta, inovação na aprendizagem, fluência digital e inclusão social e digital.
Nesta entrevista Dr. Nascimbeni traz uma abordagem crítica e necessária sobre a fluência digital, um tema crucial no mundo contemporâneo.
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