Boletim de autoria do Prof. Vivaldo José Breternitz e 2 leituras recomendadas.
Boletim de autoria do Prof. Vivaldo José Breternitz e 2 leituras recomendadas.
Edição de Fim de Ano: Boletim de autoria do Prof. Jefferson Yu-Jen Chen, leituras selecionadas, mensagem de encerramento do ano.
Boletim de autoria de Fabio Nascimbeni e leitura sugerida
Convite para o Seminário de 21/10 " Diversidade Cultural e Tecnologias: a Economia Criativa em Foco".
Boletim de autoria de Marvin Ferreira, leitura sugerida e evento realizado no MB3 em outubro.
Boletim de autoria de Lilian Richieri Hanania, leituras sugeridas e eventos de outubro de 2025.
Boletim de autoria de Rodrigo Filev sobre Inteligência Artificial, Negócios e Sociedade e leitura sugerida no Jornal da USP.
Boletim de autoria de Ígor Katz sobre o futuro da Inteligência Artificial, destacando que esse futuro já se faz presente.
Boletim de autoria de Carolina Abilio intitulado Slow Work: produtividade com propósito em tempos de aceleração tecnológica.
Boletim de autoria de Vera Queiroz intitulado Plágio Automatizado, leitura sugerida.
Maquiavel, frequentemente mal interpretado, continua relevante na era da inteligência artificial. Suas reflexões sobre virtù, fortuna, poder e controle encontram paralelo nos algoritmos que calculam riscos, moldam comportamentos e reduzem a incerteza. A IA amplia a lógica da otimização amoral, podendo intensificar a vigilância, a manipulação e as desigualdades. Assim como o príncipe controlava aparências e aduladores, os líderes de hoje enfrentam riscos semelhantes. O desafio é manter o poder do algoritmo sob a tutela da ética humana.
A liderança na era da IA exige atributos capazes de integrar múltiplas competências e de sustentar respostas adequadas a contextos cada vez mais complexos. Nesse cenário, a Eficácia na Resposta à Situação (SRE) assume um papel central. Ela se apoia em seis componentes: discernimento crítico para evitar vieses e falsas certezas; melhoria reflexiva para promover aprendizagem contínua; antifragilidade contextual para crescer a partir de desafios; astúcia moral e ética para orientar o uso responsável da IA; estrutura de apoio à conexão para preservar relações humanas de qualidade; e afinidade por criação de impacto para direcionar ações que produzam valor efetivo. Esses atributos auxiliam líderes a prosperar em meio à velocidade, à incerteza e às tensões potencializadas pela IA.
Versão em português elaborada com a autorização do autor.
A nova agenda de pesquisa da UNESCO propõe investigar como a Inteligência Artificial pode promover a equidade e a inclusão na educação. Embora a IA ofereça oportunidades de personalização e acessibilidade, ela também pode perpetuar desigualdades relacionadas ao viés algorítmico, ao acesso desigual e à baixa alfabetização digital. A pesquisa concentra-se em três dimensões — acesso, alfabetização e conteúdo/serviços — para orientar políticas e práticas que assegurem o uso ético, inclusivo e equitativo da IA nos sistemas educacionais.
Versão em português elaborada com autorização do autor
Em 2024, o estudante Chungin “Roy” Lee criou o Interview Coder (uma ferramenta de IA que auxiliava em entrevistas técnicas de programação em tempo real). Ao ser usada em processos seletivos em grandes empresas, gerou polêmicas. Após ser suspenso pela Universidade de Columbia, Lee fundou a Cluely, defendendo o uso ilimitado da IA. O caso reacendeu debates sobre ética e mérito, mas atraiu grandes investimentos. A automação e a IA estão reconfigurando o trabalho em tecnologia, substituindo funções humanas, reduzindo quadros e priorizando eficiência. O futuro aponta para um mercado mais seletivo, automatizado e eticamente desafiador.
Desde 2015, o CEST promove debates sobre diversidade cultural e tecnologias digitais, alinhados à Convenção da UNESCO de 2005. Frente aos desafios das plataformas e da IA, especialistas identificaram a concentração de mercado, a baixa visibilidade de conteúdos diversos e a carência de alfabetização digital. Em 2025, foram aprovadas 10 recomendações, incluindo políticas públicas para a cultura digital, maior transparência das plataformas, cooperação internacional e programas de capacitação. No Seminário “Diversidade Cultural e Tecnologias: a Economia Criativa em Foco" que será realizado pelo Museu da Bolsa do Brasil e pelo CEST em São Paulo, no dia 21 de outubro deste ano, essas reflexões serão retomadas e discutidas.
A Inteligência Artificial vem transformando os negócios e a sociedade, mas seus impactos ainda se concentram em áreas específicas. Modelos de linguagem e machine learning identificam padrões e automatizam tarefas repetitivas, sem, contudo, desenvolver raciocínio próprio. Paralelamente, proliferam usos negativos, como fraudes e desinformação. O real diferencial competitivo depende da capacidade de treinar modelos para corrigir vieses e organizar dados. A IA favorece os chamados augmented professionals, ampliando a produtividade de especialistas; no entanto, ainda não representa uma mudança estrutural profunda.
A Inteligência Artificial e o blockchain já são centrais no comércio exterior. Sistemas de IA aceleram a classificação de códigos tarifários, analisam riscos em tempo real e reduzem gargalos logísticos, enquanto blockchains asseguram autenticidade documental, rastreabilidade e confiança nas transações. Contratos inteligentes reduzem custos financeiros, e sensores IoT permitem monitoramento contínuo em cadeias globais. Para o período 2025-2030, delineiam-se três cenários: integração plena e interoperável, modelos híbridos regulados ou fragmentação geopolítica que eleva custos. O desafio estratégico é adotar essas tecnologias de forma ética, sustentável e interoperável, com governança de dados robusta e capacitação profissional constante.
Desde a Revolução Industrial, o avanço tecnológico acelerou o ritmo do trabalho, afetando a saúde física e mental dos indivíduos. O movimento slow work propõe repensar a produtividade, com foco na qualidade, no propósito de vida e no bem-estar social. Inspirado no slow food, busca equilibrar desempenho e saúde mental frente à cultura da hiperprodutividade. Autores como Cal Newport defendem realizar menos tarefas, adotar um ritmo natural e manter foco estratégico. Em sintonia com o modelo PERMA, promove o uso consciente da tecnologia, assegurando uma abordagem mais sustentável e humanizada ao trabalho contemporâneo.
O boletim aborda a história do plágio ocorrido na Roma antiga e como ele continua a ser tratado nos dias atuais. Nas instituições de ensino, promover a autoria e a honestidade intelectual sempre foi um desafio que ora se intensifica pelo uso da inteligência artificial (IA). A facilidade de acesso a textos gerados por IA aumenta o risco de plágio e compromete o exercício do pensamento crítico. Diante desse cenário, o papel do professor se torna ainda mais relevante como mediador do processo pedagógico. Compete a ele orientar os estudantes sobre o uso responsável da IA que, se bem utilizada, pode ser uma aliada no processo de ensino e aprendizagem.
O Bitcoin inaugurou em 2009 uma nova era de moedas descentralizadas, desafiando o sistema financeiro tradicional. Em resposta, governos criaram os CBDCs, como o DREX no Brasil, buscando controle monetário e modernização. Embora prometam inclusão e eficiência, os CBDCs ampliam o poder estatal sobre as finanças individuais, gerando preocupações sobre privacidade e autoritarismo. O equilíbrio entre inovação, liberdade e controle estatal definirá o impacto das moedas digitais no futuro econômico e político.
Dr. Christian M. Stracke é doutor em Economia e Informática e mestre em Ciências Educacionais. Atualmente, ele é coordenador na Cloud Strategh e na Virtual Colaboration na Universidade Alemã de Excellence em Bonn. É fundador e diretor do ELC, Instituto Europeu de Aprendizagem, Inovação e Cooperação.
Dr. Stracke tem se envolvido ativamente na capacitação de educadores sobre IA e estabeleceu redes para o compartilhamento de conhecimentos e melhores práticas. Ele enfatiza a importância da colaboração internacional e a necessidade de regulamentações específicas para a IA na educação, especialmente para proteger os direitos dos estudantes e garantir o uso ético.
Nesta entrevista, em inglês, Dr. Stracke discute a Educação Aberta tal como se apresenta hoje e a aplicação da Inteligência Artificial no campo educacional.
Antonio M. Moreiras é gerente de projetos e desenvolvimento no NIC.br. Moreiras é formado em Engenharia Eletrônica e tem um mestrado em Engenharia pela Escola Politécnica da USP, assim como também um MBA pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Estudou Governança da Internet na Diplo Foundation e na Escola do Sul da Governança da Internet. Moreiras trabalhou também como professor em cursos de computação e redes na Universidade Cidade de São Paulo, Faculdades Tancredo Neves e Faculdade Radial.
Nesta entrevista, Dr. Moreiras aborda o conceito de internet, como ela funciona, as redes de comunicação e suas conexões.
Paulo F. dos Santos é executivo de projetos, consultor em tecnologia, analista de sistemas e especialista em redes. Santos tem MBA em Segurança da Informação. Ele também atua como assistente jurídico. Participou de várias conferências onde abordou o tema LGBT: novos desafios e oportunidades.
Nesta entrevista, dos Santos aborda o tema Lei Geral de Proteção de Dados focando na relevância de se compreender a importância de se proteger dados pessoais e sensíveis tanto de pessoas físicas quanto jurídicas.
Rafael Mendonça Bonavoglia Rafael é psicanalista clínico. Além disso, possui experiência como técnico em administração de redes de telecomunicações, com especialização em infraestruturas de redes e cabeamento estruturado. A psicologia oferece insights valiosos sobre como as mentes das novas gerações funcionam, destacando a importância da individualidade, da motivação intrínseca e da aprendizagem adaptativa.
Nesta entrevista, Bonavoglia discute o comportamento dos jovens em relação às novas tecnologias.
Igor Katz é líder da Comissão de Facilitação do Comércio da Câmara de Comércio Internacional (ICC) e é membro das Comissões de Direito Aduaneiro da OAB/SP. Katz é advogado e professor do LL.M de Tributação Aduaneira e Comércio Exterior do INSPER e IBMEC (Direito 4.0).
Nesta entrevista, Dr. Katz aborda os temas IA, Educação e o Futuro das profissões
Thiago Felipe Avanci é Ph.D. em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Tem estágio de Pós-Doutorado pelo Mediterranea International Centre for Human Rights Research, Università Mediterranea di Reggio Calabria. É Pesquisador do CEST e Líder do Grupo CNPq Direitos Fundamentais, Ambiente, Sociedade e Tecnologia (DFAST) ligado à Universidade Católica de Santos. Autor de diversos livros de direito.
Nesta entrevista Dr.Thiago discute que crimes cibernéticos entre jovens variam de xingamentos à incitação ao suicídio, muitas vezes sem que perceba sua gravidade. Há leis suficientes, mas faltam recursos para investigação. A educação ética e familiar é essencial para combater esses comportamentos online.
Thomas Arnett é pesquisador sênior do Clayton Christensen Institute. O seu trabalho centra-se na utilização da Teoria da Inovação Disruptiva para estudar modelos de ensino inovadores e o seu potencial para expandir a aprendizagem centrada no aluno no ensino básico e secundário. Também estuda recursos e práticas inovadoras no sistema de ensino K-12 (ensino básica).
Nesta entrevista, em inglês, via Christensen Institute's Zoom Meeting, Arnett discute o impacto da inovação disruptiva e a IA na educação.
Nellie Deutsch (Ed.D) é uma canadense especialista em tecnologia da educação. Ela organiza programas de desenvolvimento profissional utilizando o Moodle e outras ferramentas edtech para educadores de todo o mundo. Combina tecnologia com atenção plena, aprendizagem entre pares e trabalho de equipa em todos os seus programas. É mentora, pesquisadora, escritora, oradora e criadora de comunidades com base em relações. A sua experiência de ensino de 40 anos vai desde o ensino de inglês como língua estrangeira (EFL/ESL) no ensino secundário e superior, passando por cursos de compeensão oral, mindfulness e liderança (Atlantic University), escrita acadêmica (Tea chers College), inglês para fins acadêmicos (Colleges) até ensino de como gerir um servidor WHM e instalações Moodle. Atualmente, é copresidente do TESOL CALL-IS e professora no programa de mestrado em Tecnologias Imersivas (IMT).
Nesta entrevista, em inglês, Dr. Deutsch compartilha seu conhecimento de mentoria a respeito dos novos desafios no uso da tecnologia no cenário educacional.
Barco é doutor em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo. Ele recebeu 03 prêmios internacionais e ocupou a 15 cadeira da Academia Paulista de Educação.
Palestra do Prof. Dr. Luiz Barco apresentada no seminário organizado pelo CEST em 21 de junho de 2018, no auditório do Instituto de Estudos Avançados da USP, sobre a Lei 13.460, Lei de Proteção e Defesa dos Direitos do Usuário dos Serviços Públicos. (Republicação).
David Mhlanga é doutor e pesquisador senior na Universidade de Johannesburg. Sua pesquisa versa sobre Desenvolvimento Econômico, Economia da Inteligência Artificial, e participa de Inclusão Financeira, Fin-tech, pobreza, a Quarta Revolução Industrial, e a Aplicação da Inteligência Artificial e Machine Learning nos Negócios, Finanças e Economia com experiência em analise complexa de dados. Documentou registos de publicações em várias revistas académicas com revisão por pares. É autor do livro ” digital financial inclusion: Revisiting Poverty Theories in the Context of the Fourth Industrial Revolution.
Nesta entrevista, em inglês, Dr. Mhlanga discorre a respeito dos usos do ChatGPT3 na educação.
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