Boletim de autoria do Prof. Vivaldo José Breternitz e 2 leituras recomendadas.
O cérebro humano utiliza atalhos mentais (heurísticas), que permitem a tomada de decisões rápidas com informações limitadas, adaptadas ao ambiente ancestral. Na era digital, algoritmos de redes sociais, como os do Facebook e Twitter, filtram conteúdos para personalizar o acesso, criando a chamada “bolha do filtro”. Esse fenômeno limita a diversidade informacional e reforça vieses cognitivos, tais como o viés de confirmação, falso consenso e polarização. Consequentemente, pode afetar a criatividade e o aprendizado. Para mitigar esses efeitos, recomenda-se o uso consciente de mecanismos de busca alternativos e configurações que priorizem a diversidade informacional, evitando vieses tecnológicos que ampliem as limitações naturais do cérebro.
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